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BrainWind/app/src/data/manuals/vault.tsx
T

45 lines
2.0 KiB
TypeScript

export const vaultManual = {
title: 'Abóbadas Cilíndricas (Tabela 15 - Seção 6.2)',
intro: 'Coeficientes de pressão externa para coberturas cilíndricas convexas (abóbadas) assentadas diretamente no solo ou elevadas.',
sections: [
{
title: '1. Geometria da Abóbada',
content: (
<div className="flex flex-col gap-3">
<p>
O fluxo de vento sobre abóbadas é fortemente influenciado pelas relações geométricas:
</p>
<ul className="list-disc pl-5 space-y-1">
<li><strong>f (flecha):</strong> Altura do arco da abóbada.</li>
<li><strong>d (vão):</strong> Largura da projeção horizontal da abóbada.</li>
<li><strong>h (altura da parede de suporte):</strong> Se a abóbada estiver assentada diretamente no solo, h = 0. Se estiver elevada, h representa a altura da parede.</li>
</ul>
</div>
),
},
{
title: '2. Distribuição de Pressões (Cpe)',
content: (
<div className="flex flex-col gap-3">
<p>
O perfil curvo da abóbada atua como um aerofólio (perfil de asa), gerando aceleração acentuada do ar no topo:
</p>
<ul className="list-disc pl-5 space-y-1">
<li>
<strong>Barlavento (início do arco):</strong> Pode sofrer pressão positiva se a parede frontal for alta, ou sucção leve caso o vento deslize suavemente pela curvatura suave.
</li>
<li>
<strong>Topo (Zona Central):</strong> É a região de maior aceleração do fluxo de vento. Sofre uma sucção fortíssima (Cpe muito negativo), tendendo a puxar a cobertura para cima.
</li>
<li>
<strong>Sotavento (fim do arco):</strong> O fluxo descola da abóbada, gerando uma zona de recirculação com sucção constante, embora de menor magnitude que no topo.
</li>
</ul>
</div>
),
},
],
};